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Conheça de perto as belezas da Amazônia
e descubra o que está por trás de todo esse encanto –
A monitoria 82 se prepara para sediar
um Encontro Regional da Novo Encanto, o segundo da região.
A proposta é mostrar, na prática, o trabalho que vem sendo
desenvolvido nas Monitorias da região. Durante três dias,
os associados terão a oportunidade de participar de atividades
e conhecer os vegetais e plantas importantes para a conservação
e biodiversidade da Amazônia. O Encontro acontece em agosto de
2008, nos dias 15, 16 e 17. |
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Projeto
Encantos do Artesanato – Desenvolvido na cidade histórica de
Marechal Deodoro, estado de Alagoas, capacitou 200 artesãs, a planejar,
coordenar, divulgar, comercializar e executar produções artesanais
visando o desenvolvimento sustentável desta sociedade, além de fomentar
a inclusão social e digital, promovendo e realizando estudos e pesquisas
sobre a produção e difusão das manifestações culturais. Obteve
financiamento da Petrobrás, apoio da Prefeitura Municipal de Marechal
Deodoro e do SEBRAE/AL. Foram realizadas 2 etapas de 2005 a 2007. Uma 3ª
etapa está sendo aguardada para implantação no povoado Massagueira em
Marechal Deodoro. |
Projeto Estação Florescer
– Educação ambiental e capacitação em agroecologia e jardinagem como
forma de inclusão social e geração de renda na região do Rodeador em
Brazilândia, Distrito Federal. Tem por objetivo principal promover,
o equilíbrio ambiental, a manutenção de mananciais e a inclusão
social dos menos favorecidos, contribuindo assim com o
desenvolvimento sustentável da região. Suas principais atividades
são a capacitação de jovens carentes da região do Rodeador em
técnicas de agrofloresta, jardinagem e tecnologias ecológicas em
parceria com o Centro de Ensino Fundamental Rodeador. Obteve
financiamento da Cia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal –
CAESB. Foi realizado de 2005 a 2007.
Festival Água no 3º Milênio
- Associa arte e ecologia, objetivando destacar para a sociedade o valor da
água para a sobrevivência da humanidade no 3º milênio, em vista do
risco de escassez desse recurso mineral. O evento tem uma
programação artística e cultural diversificada, com valorização da
identidade regional e, ao mesmo tempo, é um fórum com atividades
técnicas e educacionais. É realizado anualmente em cidades
que procuram preservar seus recursos hídricos, conta com diversas
edições já realizadas em Caxambu e Caldas, MG, Brasília e Campo
Grande, MS. O festival integra o programa “Educação Global pela
Paz”, da Unesco e Rede Paz e tem o apoio institucional da OEA, MMA,
Aurora Foundation, ONGs locais, agentes públicos municipais e
iniciativa privada.
Projeto Encantos da Educação
para a Cidadania e Meio Ambiente na Terra Firme - Tem o objetivo
de desenvolver ações de educação ambiental no bairro da Terra Firme,
município de Belém, estado do Pará, visando a preservação ambiental
e a melhoria da qualidade de vida, contribuindo com o
desenvolvimento sustentável de 400 jovens e adultos da comunidade
através de oficinas de educação para a cidadania e meio ambiente
visando envolver e estimular a participação dos moradores, bem como
fomentar a prática no cotidiano e a mudança nos hábitos,
contribuindo na redução da produção de lixo. Obteve financiamento da
Eletronorte e aguarda a liberação dos recursos. Tem a parceria com a
Associação do bairro e ONGs locais.
Projeto Viver Encanto –
Tem como objetivo preparar jovens de famílias de baixa renda para a
atuação como agentes ambientais multiplicadores, capacitando-os para
o exercício profissional, promovendo a inclusão sócio-ambiental e
geração de renda. Sua ação se dá através da implantação de viveiros
para servirem de oficinas de formação ambiental, desenvolvendo
competências para a prestação de serviços como: viveiristas,
jardineiros, coletores de sementes, produtores de adubo orgânico,
horticultores, etc. Foi selecionado e premiado pelo SEBRAE/SP e
aguarda financiadores.
Projeto “Educação Ambiental para o Manejo de
Palmeiras – Desenvolvido na Reserva Indígena de Sararé,
localizada no Estado do Mato Grosso, que foi demarcada em 1983, com
objetivo de assegurar à etnia Nhambikwara, grupo Katitaurlu, uma
forma de garantir a ocupação da área, através do desenvolvimento de
uma atividade sustentável propicia à melhoria das condições
sócio-culturais do grupo com o manejo e produção de palmito nativo
de palmeiras (Açaí, Jussara e Pupunha). Este foi um trabalho
pioneiro em áreas de Reservas Indígenas no Brasil. Foi realizado de
1997 a 2001 em parceria com a New Enchantment, com apoio da FUNAI,
IBAMA e Universidade Federal de Mato Grosso.
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